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Como ser um Líder em tempos de Covid-19: a importância da inteligência emocional

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No livro “Como ser um Líder”, Daniel Goleman retrata a importância da inteligência emocional numa liderança verdadeiramente eficaz.

No livro “Como ser um Líder – a importância da inteligência emocional”, Daniel Goleman aborda o conceito de inteligência emocional, que pode ser definida pela capacidade que cada um tem em reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. O resultado desta investigação realizada em cerca de 200 empresas é nos dias que correm, cheios de incertezas e constrangimentos, ainda mais importante.

 

Estilo Autoritário. Estilo Coaching.  Estilo Afiliativo. Estilo Democrático. Estilo Pacesetting. Estilo Coercivo.

São vários os estilos que um Líder pode utilizar. E quantos mais, melhor. Líderes que utilizam mais do que um estilo, quatro ou mais, que são flexíveis e os vão alternando consoante seja necessário, são mais eficientes e obtêm um melhor clima organizacional e um melhor desempenho.

 

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Para além dos estilos, que outro fator pode influenciar a liderança? O Humor!

O humor dos Líderes influencia as emoções das pessoas que os rodeiam, seja pela positiva, seja pela negativa.
O contágio pelo humor é um verdadeiro fenómeno neurológico e pode ter impacto no desempenho. Mas é importante que o humor do Líder esteja sintonizado com o dos que o rodeiam. Por exemplo, se as vendas estão a baixar, um Líder não vai estar alegre.

 

Os Líderes mais eficientes ostentam humor e comportamentos que estão de acordo com o momento, doseando-os sempre com algum otimismo.

 



 

Tudo isto é inteligência emocional!

Segundo Goleman, a inteligência emocional é a “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”

 

O autor apresenta quatro componentes principais da inteligência emocional: autoconsciência e autogestão, empatia e consciência social / gestão de relações.

 

Autoconsciência – capacidade de reconhecer as próprias emoções.

Permite que as pessoas se apercebam dos seus próprios pontos fortes e limitações, e sintam confiança em si próprias.

 

Autogestão – é a aptidão para controlar as próprias emoções e agir com honestidade e integridade de um modo fiável e flexível.

 

Empatia – base da gestão de relacionamentos, que implica dar grande atenção aos outros e mostrar preocupação com eles.

 

Consciência Social / Gestão de relações – incluiu aptidões para comunicar de forma clara e convincente, resolver conflitos e estabelecer fortes relações sociais.

 

 

Para o autor, a inteligência emocional é uma condição sine qua non da liderança.

Goleman considera que alguém que tenha a melhor formação, um raciocínio incisivo e analítico, e uma infinidade de excelentes ideias, só será um grande Líder se também possuir inteligência emocional.

 

Ao longo do livro, apresenta vários exemplos que retratam isto mesmo, que a “aptidão para os outros” é mais importante para a eficácia da liderança do que as aptidões meramente cognitivas.

 

Se refletirmos sobre este ponto, apercebemo-nos de que a maioria das situações de trabalho envolve relacionamentos entre pessoas. Logo, pessoas que tenham qualidades de relacionamento humano, como compreensão e empatia, têm mais possibilidades de obter sucesso.

 

Goleman relata, por exemplo, o trabalho de Claudio Fernández-Aráoz, consultor sénior da Egon Zehnder International, que analisou casos em que indivíduos excecionais, contratados para altos cargos executivos, acabaram por ser despedidos.

 

Qual a conclusão que retirou?

Que esses indivíduos tinham sido contratados pelos seus conhecimentos especializados, mas despedidos por revelarem falhas de inteligência emocional.

 


 

O que devemos reter?

 

A ideia central é que Líderes eficazes, para além dos conhecimentos técnicos, possuem, sobretudo, conhecimentos de autogestão e aptidões para gerir a sua relação com os outros.

 

Para tal, precisam de um trio de consciências – Interna, Externa e No Outro.

 

O Foco Interno está relacionado com as duas primeiras componentes da Inteligência Emocional, a autoconsciência e a autogestão. Líderes com autoconsciência manifestam uma confiança em si realista e uma consciência dos seus pontos fortes e limitações. A autogestão revela-se no autocontrolo emocional, na flexibilidade, e na capacidade de se manter concentrado para alcançar os objetivos.

 

O Foco No Outro revela-se nos Líderes com empatia, que percebem o que os outros pensam sobre o mundo e utilizam isso na forma como se expressam com eles. É este foco que facilita o trabalho em equipa e a colaboração, a persuasão e a influência, a gestão de conflitos e o aconselhamento.

 

E, por fim, temos o Foco Externo, que permite a um líder ver para além da sua organização. Um líder dotado deste foco não se limita, por exemplo, a prever uma mudança na economia, mas também o impacto dessa mudança nos aspetos social, cultural e ambiental.

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É fundamental um líder possuir estes três focos?

Sim, e de forma equilibrada!  Só assim é possível atingir uma liderança verdadeiramente eficaz e obter sucesso.

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